REFLEXÃO: É estranho, não parece?
Não é estranho como uma nota de R$ 100,00 “pareça” tão grande quando a levamos como oferta para Deus, mas tão pequena quando a levamos às lojas?
Não é estranho quão longa parece uma hora quando servimos a Deus, mas quão rápido parece quando uma equipe joga vôlei por 60 minutos?
Não parece estranho que longas parecem ser duas horas quando estamos ouvindo a Palavra de Deus, mas quão curtas são quando estamos vendo um filme?
Não parece estranho que não conseguimos pensar em algo a dizer quando oramos, mas não temos nenhuma dificuldade em pensar coisas sobre o que conversar com um amigo?
Não parece estranho o quanto nos emocionamos quando o futebol estende até pênaltis, mas nos queixamos quando um sermão é mais longo que o usual?
Não parece estranho quão difícil é ler um capítulo da Bíblia, mas quão fácil é ler 100 páginas de uma revista semanal?
Não parece estranho como as pessoas desejam os assentos da frente em qualquer jogo ou concerto, mas até se esforçam para conseguir os assentos de trás nas reuniões da igreja?
Não parece estranho que necessitemos de 2 ou 3 semanas de antecedência para incluir uma programação da igreja em nossa agenda, mas podemos ajustar nossa agenda para outros eventos no último momento?
Não parece estranho quão difícil é aprender uma verdade simples do evangelho para compartilhá-la com outros, mas quão fácil é para as mesmas pessoas entender e repetir uma piada?
Não parece estranho como acreditamos no que dizem as revistas e jornais, mas questionamos o que diz a Bíblia?
Não parece estranho que todos queiram ir ao céu, desde que não tenham que crer, ou pensar, ou dizer, ou fazer alguma coisa?
Não parece estranho como podemos enviar milhares de piadas por correio eletrônico, que se espalham como fogo em pólvora, mas quando começamos a enviar mensagens acerca de Deus, as pessoas pensam duas vezes antes de mandá-las para os outros?
É estranho, não parece?
AUTOR DESCONHECIDO
Esvaziando os armários de nossa vida
Dezembro de 2010
Todos os anos há um momento em que olhamos nossos armários com um olhar crítico. Olhamos aquelas roupas que não usamos há tanto tempo.
Aquelas que tiramos do cabide de vez em quando, vestimos, olhamos no espelho, confirmamos mais uma vez que não gostamos e guardamos de volta no armário. Aquele sapato que machuca os pés, mas insistimos em mantê-lo guardado.
Há ainda aquele terno caro, mas que o paletó não cai bem, ou o vestido “espetacular” ganho de presente de alguém que amamos, mas que não combina conosco e nunca usamos. Às vezes tiramos alguma coisa e damos para alguém, mas a maior parte fica lá, guardada sabe-se lá porquê.
Um dia alguém me disse: tudo o que não lhe serve mais e você mantém guardado, só lhe traz energias negativas. Livre-se de tudo o que não usa e verá como lhe fará bem.
Acontece que nosso guarda-roupa não é o único lugar da vida onde guardamos coisas que não nos servem mais. Você tem um guarda-roupa desses no interior da mente.
Dê uma olhada séria no que anda guardando lá. Experimente esvaziar e fazer uma limpeza naquilo que não lhe serve mais. Jogue fora ideias, crenças, maneiras de viver ou experiências que não lhe acrescentam nada e lhe roubam energia.
Faça uma limpeza nas amizades, aqueles amigos cujos interesses não têm mais nada a ver com os seus.
Aproveite e tire de seu “armário” aquelas pessoas negativas, tóxicas, sem entusiasmo, que tentam lhe arrastar para o fundo dos seus próprios poços de tristezas, ressentimentos, mágoas e sofrimento.
A insegurança dessas pessoas faz com que busquem outras para lhes fazer companhia, e lá vai você junto com elas.
Junte-se a pessoas entusiasmadas que o apóiem em seus sonhos e projetos pessoais e profissionais.
Não espere um momento certo, ou mesmo o final do ano, para fazer essa “faxina interior”.
Comece agora e experimente aquele sentimento gostoso de liberdade.
Liberdade de não ter de guardar o que não lhe serve.
Liberdade de experimentar o desapego.
Liberdade de saber que mudou, mudou para melhor,
E que só usa as coisas que verdadeiramente lhe servem e fazem bem.
CORRADO SPALLANZANI
SE
Novembro de 2010
Se a nota dissesse: “Não é uma nota que faz a música”… não haveria sinfonia.
Se a palavra dissesse: “Não é uma palavra que faz uma página”… não haveria livro.
Se a pedra dissesse: “Não há pedra que possa montar uma parede”… não haveria casa.
Se a gota dissesse: “Uma gota d’água não faz um rio”… não haveria oceanos.
Se o grão disser: “Não é um grão que semeia um campo”… não haverá colheita.
Se o homem disser: “Não é um gesto de amor que pode salvar a humanidade”…jamais haverá justiça, paz, dignidade e felicidade na Terra.
Assim como a sinfonia precisa de cada nota;
Assim como o livro precisa de cada palavra;
Assim como a casa precisa de cada pedra;
Assim como o oceano precisa de cada gota d’água;
Assim como a colheita precisa de cada grão de trigo…
A humanidade precisa de Você!
E precisa de Você onde você estiver, único e, portanto, insubstituível.
E Você?
O que está esperando para se comprometer?
O mundo precisa de nosso comprometimento
Para ser o mundo que todos queremos, desejamos e merecemos.
RENATO DE ALMEIDA
Os olhos são apenas espelhos da vida…
Novembro de 2010
Alguém, muito desanimado, entrou numa igreja e em determinado momento disse para Deus:
“Senhor, aqui estou porque em igrejas não há espelhos, pois nunca me senti satisfeito com minha aparência”.
Subitamente uma folha de papel caiu aos seus pés, vinda do alto do templo. Atônito, ele a apanhou e nela viu a seguinte mensagem:
Minha criatura, nenhuma das minhas obras veio ou ficou sem beleza, pois a feiúra é invenção dos homens e não minha.
Não importa se um corpo é gordo ou magro: Ele é o templo do espírito e este é eterno.
Não importa se braços são longos ou curtos: sua função é o desempenho do trabalho honesto.
Não importa se as mãos são delicadas ou grosseiras: sua função é dar e receber o Bem.
Não importa a aparência dos pés: sua função é tomar o rumo do Amor e da Humildade.
Não importa o tipo de cabelo, e se ele existe ou não numa cabeça: o que importa são os pensamentos que por ela passam.
Não importa a forma ou a cor dos olhos: o que importa é que eles vejam o valor da Vida.
Não importa um formato de nariz: o que importa é inspirar e expirar a Fé.
Não importa se a boca é graciosa ou sem atrativos: o que importa são as palavras que saem dela.
Ainda atônito, esse alguém dirigiu-se para a porta de saída, que tinha algumas partes de vidro.
Nesse exato momento sentiu que toda sua vida se modificaria.
Havia esse lembrete na porta aderido: “Veja com bons olhos seu reflexo neste vidro e lembre-se de tudo que deixei escrito. Observe que não há uma única linha sobre Mim que afirme que sou bonito”
“Amamos as pessoas não pela beleza que existe nelas, mas pela beleza nossa que nelas aparece refletida. Por isto, somos mendigos de olhares. Olhos são espelhos…”
RUBENS ALVES
A LENDA DO MONGE E DO ESCORPIÃO
Outubro de 2010
Monge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então a margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.
“Mestre, deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!”
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
“Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha.”
Autor Desconhecido
AS DUAS VIZINHAS
Setembro de 2010
A CORRIDA DOS SAPINHOS
Agosto de 2010
Era uma vez uma corrida de sapinhos. Eles tinham que subir uma grande torre e, atrás havia uma multidão, muita gente que vibrava com eles. Começou a competição.
A multidão dizia: Não vão conseguir, não vão conseguir!
Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um deles que continuava subindo.
E a multidão continuava a aclamar: Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir
E os sapinhos iam desistindo, menos um, que subia tranqüilo,sem esforços.
Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele.
Todos queriam saber o que aconteceu, e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, descobriram que ele era SURDO.
Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise de coragem não deve escutar as pessoas que falam que você não vai conseguir.
Seja surdo aos apelos negativos.
ESTRELAS AO MAR
Maio de 2010
Era uma vez um escritor que morava em uma praia tranquila, próximo a uma colônia de pescadores.
Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar e, à tarde, ficava em casa escrevendo.
Certo dia, caminhando pela praia, viu um vulto ao longe que parecia dançar. Ao chegar perto, reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia, para, uma a uma, jogá-las de volta ao oceano, para além de onde as ondas quebravam. “Por que você está fazendo isto?”, perguntou o escritor. “Você não vê?”, explicou o jovem, que alegremente continuava a apanhar e jogar as estrelas ao mar, “A maré está vazando e o sol está brilhando forte… elas irão ressecar e morrer se ficarem aqui na areia.” O escritor espantou-se com a resposta e disse com paciência: “Meu jovem, existem milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Você joga algumas poucas de volta ao oceano, mas a maioria vai perecer de qualquer jeito. De que adianta tanto esforço, não vai fazer diferença?” O jovem se abaixou e apanhou mais uma estrela na praia, sorriu para o escritor e disse: “Para esta aqui faz….”, e jogou-a de volta ao mar. Naquele dia o escritor não conseguiu escrever, nem sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele, e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao mar. Reflexão:
1. Quando foi a última vez que você jogou estrelas ao mar? Alguém já lhe ajudou a jogá-las?
2. E quantas vezes você ajudou alguém a jogá-las?
3. Quantas vezes você parou de jogar estrelas de volta, porque alguém lhe disse que não adianta, não tem jeito mesmo?
4. Você já se sentiu como uma estrela-do-mar, lançada de volta ao mar, salva por alguém?
5. Você lembrou de agradecer? Ainda há condições de agradecer? Façamos nosso mundo um lugar melhor. Façamos a diferença!
PEDI A DEUS
Abril de 2010
Pedi a Deus…
Eu pedi a Deus para remover meu orgulho, e Deus disse “NÃO”.
Ele disse que não era tarefa dele, mas que era para eu abrir mão.
Eu pedi a Deus para tornar meu irmão paraplégico em criança normal, e Deus disse “NÃO”.
Ele disse que o Espírito é imortal e o corpo é temporário.
Eu pedi a Deus para me dar paciência, e Deus disse “NÃO”.
Ele disse que paciência é subproduto da tribulação, e que deveria ser conquistada.
Eu pedi a Deus para me dar felicidade, e Deus disse “NÃO”.
Ele disse que me dá bênçãos. Felicidade depende de mim.
Eu pedi a Deus para dividir minha dor com Ele, e Deus disse “NÃO”.
Ele disse que o sofrimento nos afasta das coisas mundanas e nos deixa mais perto Dele.
Eu pedi a Deus para fazer o meu Espírito crescer, e Deus disse “NÃO”.
Ele disse que devo crescer por meus esforços, mas Ele aparará minhas arestas para que eu frutifique.
Eu perguntei a Deus se Ele me amava, Ele me disse “SIM”, agora e sempre.
Eu pedi a Deus para me ajudar a amar os outros tanto quanto Ele me ama.
E Deus disse: “Ah, finalmente você entendeu!”
A CORDA
Março de 2010
Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação, escalar uma montanha que nunca tinha sido conquistada pelo homem. Mas ele queria a glória somente para ele, e resolveu escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade.
Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, porém ele não havia se preparado para acampar, resolveu seguir a escalada decidido a atingir o topo. Escureceu, e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha, e não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz, não se via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade, não havia lua, e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens.
Subindo por uma parede e a apenas 100 m do topo ele escorregou e caiu…. caia a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas na mesma escuridão, e sentia a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade.
Ele continuava caindo.., e nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele já havia vivido em sua vida … de repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade. . . Shack! Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura.
Nesses momentos de silêncio, suspenso pelos ares na completa escuridão, não sobrou para ele nada além do que gritar:
- Ó MEU DEUS ME AJUDE!
De repente uma voz grave e profunda vinda do céu respondeu:
- QUE VOCÊ QUER DE MIM MEU FILHO?
- Me salve meu Deus por favor!
- VOCÊ REALMENTE ACREDITA QUE EU POSSA TE SALVAR?
- Eu tenho certeza meu Deus!
- ENTÃO CORTE A CORDA QUE TE MANTÉM PENDURADO…
Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e refletiu que se fizesse isso morreria…
Conta o pessoal de resgate que no outro dia encontraram-no congelado… morto… agarrado com força… com as suas duas mãos a uma corda… A TÃO SOMENTE DOIS METROS DO CHÃO…
E VOCÊ? Está segurando firmemente sua corda? POR QUE VOCÊ NÃO A SOLTA?
APRENDENDO A VIVER
Fevereiro de 2010
“Se eu pudesse viver novamente a minha vida na próxima trataria de cometer mais erros”.
Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido, na verdade bem poucas coisas levaria a sério.
Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvetes e menos lentilhas, teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma destas pessoas que viveram sensata e produtivamente cada minuto da sua vida. Claro que tive momentos de alegria. Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos.
Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos. “Não os perca agora.”
CAVANDO O BURACO
Janeiro de 2010
Dois irmãos decidiram cavar um buraco bem profundo atrás de sua casa. Enquanto estavam trabalhando, dois outros meninos pararam por perto para observar.
Um dos meninos perguntou :
- O que vocês estão fazendo ?
Um dos irmãos entusiasmado respondeu.
- Nós estamos cavando um buraco para sair do outro lado da terra!
Os outros meninos, que vinham chegando, começaram a rir, dizendo aos irmãos, que cavar um buraco que atravessasse toda a terra era impossível.
Após um longo silêncio, um dos escavadores pegou um frasco completamente cheio de pequenos insetos e pedras valiosas. Ele removeu a tampa e mostrou o maravilhoso conteúdo aos visitantes gozadores.
Então ele disse confiante:
- Mesmo que nós não cavemos por completo a terra, olha o que nós encontramos ao longo do caminho!
Seu objetivo era por demais ambicioso, mas fez com que escavassem. E é para isso que servem os objetivos: “fazer com que nos movamos em direção de nossas escolhas, ou seja, começarmos a escavar”.
Mas nem todo objetivo será alcançado inteiramente. Nem todo trabalho terminará com sucesso. Nem todo relacionamento resistirá. Nem todo amor durará. Nem todo esforço será completo. Nem todo sonho será realizado.
Mas, quando você não atingir o seu alvo, talvez você possa dizer:
- Sim, mas vejam o que eu encontrei ao longo do caminho! Vejam as coisas maravilhosas que surgiram em minha vida porque eu tentei fazer algo!
É no trabalho de escavar que a vida é vivida.
O VENDEDOR DE BALÕES
Abril de 2009
Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse.
Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.
Havia ali perto um menino negro. Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.
Todos foram subindo até sumirem de vista. O menino, de olhar atento, seguia a cada um. Ficava imaginando mil coisas…Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.
Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:
- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:
- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.
Fonte: www.contandohistorias.com.br