SÃO GOTARDO-MG – DIOCESE DE PATOS DE MINAS

Santos da Paróquia e Padre Donizetti

PADRE DONIZETTI, O ILUMINADO DE TAMBAÚ, É FILHO DE UM SÃO-GOTARDENSE

image.phpDonizetti Tavares de Lima nasceu em 3 de janeiro de 1882 em Santa Rita de Cássia – MG (hoje Cássia). Foi inicialmente alfabetizado por sua mãe, Francisca Cândida Tavares de Lima, que era professora. Teve 8 irmãos.

Seu pai se chamava Tristão Tavares de Lima, nascido em São Gotardo – MG e formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, em advocacia.

Tristão deu os nomes aos seus filhos para homenagear grandes músicos clássicos. Com Donizetti foi o italiano Gaetano Donizetti (1797 – 1848).

Donizetti dedicou inteiramente sua vida a pregar a doutrina de Cristo e a proteger os desamparados pela sociedade.

Quando criança mudou-se para Franca – SP, onde aprendeu as primeiras noções de música e cursou o primário.

Aos 15 anos, foi matriculado no curso preparatório do antigo seminário Episcopal de São Paulo. Permaneceu ali por três anos, quando foi para Sorocaba – SP cursar o colégio e concluir seus estudos.

Iniciou o curso de Direito em 1900, na Faculdade do Largo de São Francisco em São Paulo, mas, por ter fortes princípios religiosos, percebeu que as ciências jurídicas não preencheram seus anseios e três anos depois começou a cursar o seminário em Pouso Alegre – MG, onde se ordenou sacerdote como padre diocesano em 12 de julho de 1908, fazendo votos de pobreza.

Exerceu a função sacerdotal pelo interior de São Paulo, como em Campinas, Vargem Grande do Sul e Jaguariúna, enfim, em 13 de junho de 1926 tomou posse como pároco de Tambaú – SP, onde se dedicou integralmente à comunidade e ao povo de Deus durante 35 anos, quando faleceu no dia 16 de junho de 1961.

Levou a fama de santidade principalmente na década de 1950, devido graças, conversões e milagres de curas atribuídos a ele, que sempre atribuiu tudo à fé dos mesmos e à ação intercessora de Nossa Senhora Aparecida, sua Mãe Espiritual junto de Deus Pai.

Estão catalogados milhares de milagres alcançados pela sua intercessão. Atualmente, o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida – SP, onde estão sepultados os restos mortais de padre Donizetti, recebe fiéis romeiros para invocar sua intercessão.

PROCESSO DE BEATIFICAÇÃO – O processo oficial de beatificação do padre Donizetti, Servo de Deus (título conferido no dia 2 de dezembro de 1996), iniciou-se no dia 21 de fevereiro de 1992, tendo a fase diocesana finalizada em 16 de maio de 2009.

O processo está em bom andamento na Congregação para a Causa dos Santos em Roma. A expectativa é que breve ele seja reconhecido como venerável e depois seja beatificado. * A beatificação é uma sentença não definitiva, que visa a canonização, quando o já beatificado torna-se santo.

Vamos juntos rezar para que a Igreja reconheça a tão merecida honra dos Altares do padre Donizetti, filho do são-gotardense Tristão Tavares de Lima.

PASTORAL DA COMUNICAÇÃO DE SÃO GOTARDO – MG

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SANTO “SÃO GOTARDO” (4 de maio)

 Gotthard (no original em língua alemã, Godehard), nasceu na Alemanha, em Reichersdorf (Baviera) perto de Niederaltaich, na diocese de Passau, em 5 de dezembro de 960.

Seus pais, pobres e profundamente cristãos, notaram, desde cedo, existir no menino algo de extraordinário, visto que ele era muito inteligente. Seu pai se chamava Ratmund.

VOCAÇÃO – Desde pequeno Gotardo demonstrou ser vocacionado à vida religiosa-sacerdotal. Tinha o costume de sair de casa e ir até a igreja do mosteiro para acompanhar a missa. Os pais, temendo que lhe acontecesse algum acidente no trajeto da casa até o mosteiro, por ele ser ainda muito pequeno, deram ordem aos criados que deixassem as portas da casa fechadas durante o dia. Mas o menino, quando viu que a porta estava fechada impedindo que saísse, começou a chorar, fazendo com que os pais o acompanhassem até a igreja.

Estudou ciências humanas e ciência dos santos em Niederaltaich, sob a orientação de um professor chamado Uodalgisus. Seu progresso foi tão grande que ele foi aceito, com apenas 14 anos, entre os cônegos do mosteiro beneditino da cidade, sendo devidamente educado.

Em seguida residiu na corte do arcebispo Frederick, de Salzburgo (Áustria), onde serviu como administrador eclesiástico. Frederick levou-o a Roma (Itália) e fez dele um reitor com apenas 19 anos de idade. Depois de viajar para outros vários países, completou seus estudos avançados na Alemanha, sob a orientação de Liutfrid, na escola catedral de Passau.

Entrou para o mosteiro de Niederaltaich, como um principiante, e depois se tornou um monge (frade), e, com ajuda de prelados de Salzburgo, Passau e Ratisbona, conseguiu re-introduzir a Regra de São Bento. Foi ordenado sacerdote em 993 e também se tornou reitor da escola monástica de Niederaltaich. Em 996 foi eleito abade e introduziu a reforma de Cluny no mosteiro, através da implantação das rígidas Regras de São Benedito. Ele enviou monges para serem os Abades dos monastérios de Tegernsee, Hersfeld e Kremsmünster e reformou vários mosteiros.

BISPADO – Com o falecimento de Dom Benvardo, bispo de Hildesheim (Alemanha), o imperador indicou Gotardo para a sucessão. Após diversas recusas, ele acabou aceitando e tornou-se bispo de Hildesheim em 2 de dezembro de 1022, sendo consagrado por Aribo, Arcebispo de Mainz (Alemanha). Durante os quinze anos de seu episcopado, ele ganhou o respeito de seus clérigos e ordenou a construção de cerca de trinta igrejas.

Gotardo dedicou a sua vida aos menos favoráveis em caminhadas pela região dos antigos germanos (Alemanha, Suíça, Áustria e Itália), onde tem muitos devotos, e fundou uma grande casa de repouso perto de Hildesheim.

Como bispo, apesar de sua idade avançada, ele defendeu vigorosamente os direitos de sua diocese. Depois de uma breve enfermidade, ele veio a faleceu no dia 4 de maio de 1038, em Hildesheim, onde estão preservadas suas relíquias.

CANONIZAÇÃO – Gotardo foi canonizado pelo Papa Inocêncio II, em Reims (França) no dia 29 de outubro de 1131, durante o episcopado de Bernard, tendo sido o primeiro bávaro a ser canonizado.

Na Alemanha, São Gotardo é padroeiro de muitas cidades.

São Gotardo é reverenciado, com festa, no dia 4 de maio, dia de sua morte.

Vários milagres são atribuídos à sua intercessão e às suas relíquias.

Ele é patrono dos comerciantes itinerantes, invocado contra a peste, hidropisia (um edema), doenças infantis, chuva de pedra (granizo), dor do parto, gota e também invocado por aqueles em perigo no mar.

São Gotardo, rogai a Deus por nós. Amém!

Pesquisa elaborada por Fábio Galvão (PASCOM)

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NOSSA SENHORA APARECIDA – A Padroeira (12 de outubro)

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No dia 12 de outubro, comemoram-se três datas, embora poucos lembrem-se de todas elas: Nossa Senhora Aparecida, padroeira oficial do Brasil, o Dia das Crianças e o Descobrimento da América. Nosso feriado nacional, no entanto, deve-se somente à primeira data, e, embora a devoção à santa remonte aos idos do século XVIII, só foi decretado em 1980.

Há duas fontes sobre o achado da imagem, que se encontram no Arquivo da Cúria Metropolitana de Aparecida e no Arquivo Romano da Companhia de Jesus, em Roma.

Segundo estas fontes, em 1717 os pescadores Domingos Martins García, João Alves e Filipe Pedroso pescavam no rio Paraíba, na época chamado de rio Itaguaçu. Ou melhor, tentavam pescar, pois toda vez que jogavam a rede, ela voltava vazia, até que lhes trouxe a imagem de uma santa, sem a cabeça. Jogando a rede uma vez mais, um pouco abaixo do ponto onde haviam pescado a santa, pescaram, desta vez, a cabeça que faltava à imagem e as redes, até então vazias, passaram a voltar ao barco repletas de peixes. Esse é considerado o primeiro milagre da santa. Eles limparam a imagem apanhada no rio e notaram que se tratava da imagem de Nossa Senhora da Conceição, de cor escura.

A construção da atual Basílica iniciou-se em 1946, com projeto assinado pelo Engenheiro Benedito Calixto de Jesus. A inauguração aconteceu em 1967, por ocasião da comemoração do 250.º Aniversário do encontro milagroso da imagem, ainda com o templo inacabado. O Papa Paulo VI ofertou à santa uma rosa de ouro, símbolo de amor e confiança pelas inúmeras bênçãos e graças por ela concedidas. A partir de 1950 já se pensava na construção de um novo templo mariano devido ao crescente número de romarias. O majestoso templo foi consagrado pelo Papa, após mais de vinte e cinco anos de construção, no dia 4 de julho de 1980, na primeira visita de João Paulo II ao Brasil.

A data comemorativa à Nossa Senhora Aparecida (aniversário do aparecimento da imagem no Rio) foi fixada pela Santa Sé em 1954, como sendo 12 de outubro, embora as informações sobre tal data sejam controversas. É nesta época do ano que a Basílica registra a presença de uma multidão incontável de fiéis, embora eles marquem presença notável durante todo ano.

Seja qual for a autoria da imagem ou a história de sua origem, a esta altura ela pouco importa, pois as graças alcançadas por seu intermédio têm trazido esperança e alento a um sem número de pessoas.

http://www.portaldafamilia.org

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SANTO ANTONIO (13 de junho)

Um santo popular – doutor da Igreja – que nasceu em Lisboa, em 1195, e morreu nas vizinhanças da cidade de Pádua, na Itália, em 1231, por isso é conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua. O nome de batismo dele era Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo.

Ainda jovem pertenceu à Ordem dos Cônegos Regulares, tanto que pôde estudar Filosofia e Teologia, em Coimbra, até ser ordenado sacerdote. Não encontrou dificuldade nos estudos, porque era de inteligência e memória formidáveis, acompanhadas por grande zelo apostólico e santidade. Aconteceu que em Portugal, onde estava, Antônio conheceu a família dos Franciscanos, que não só o encantou pelo testemunho de mártires em Marrocos, como também o arrastou para a vida itinerante na santa pobreza, uma vez que também queria testemunhar Jesus com todas as forças.

Ao ir para Marrocos, Antônio ficou tão doente que teve de voltar, mas providencialmente foi ao encontro do “Pobre de Assis”, o qual lhe autorizou a ensinar aos frades as Ciências, que não atrapalhassem os irmãos de viverem o Santo Evangelho. Neste sentido, Santo Antônio não fez muito, pois seu maior destaque foi na vivência e pregação do Evangelho, o que era confirmado por muitos milagres, além de auxiliar no combate à Seita dos Cátaros e Albigenses, os quais isoladamente viviam uma falsa doutrina e pobreza. Santo Antônio serviu sua família Francisca através da ocupação de altos cargos de serviço na Ordem, isto até morrer com 36 anos para esta vida e entrar para a Vida Eterna.

No ano de 1232, foi canonizado pelo Papa Gregório IX.

Fonte: internet

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SÃO GERALDO (24 de setembro)

Nos enriquecemos com a vida de santidade de São Geraldo, o primeiro mártir da Hungria.

Ele nasceu em Veneza, em 980. Estudou em escola beneditina e teve uma ótima formação, que inclui o zelo pela salvação das almas. Abraçou a vida religiosa na Ordem Beneditina e em pouco tempo chegou ao serviço de abade do mosteiro.

Voltando de uma viagem à Terra Santa, passou pela Hungria e a pedido do rei assumiu a missão de evangelizar com seu grupo aquela nação. Combateu as idolatrias e o sagrado Bispo que não deixava de recorrer e recomendar a Onipotência Suplicante da Virgem Maria.

Com a morte do rei, entrou a luta pelo poder e ele lutou pela paz onde reinava a discórdia. Um dos pretendentes não só era contra o Bispo, mas cultivava ódio pelo Cristianismo.

Numa viagem em socorro do povo com a fé ameaçada, São Geraldo foi preso e apedrejado até a morte pelos inimigos da fé, isto em 24 de setembro de 1046.

Deixou escrito lindos testemunhos do religioso Bispo e fiel cristão, o qual tornou-se com a graça de Deus.

Fonte: internet

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SÃO CRISTÓVÃO (25 de julho)

São Cristóvão viveu em 251 DC. É o patrono dos viajantes e é um dos “Quatorze Santos Ajudantes” que apareceram para Santa Joana D’Arc. Mártir, São Cristóvão, chamado Kester, morreu em Lycia, na Ásia Menor (atualmente Turquia). Diz a tradição que ele era um homem muito forte que ajudava as pessoas a cruzarem o rio. Um dia um menino pediu para ajudá-lo. São Cristóvão colocou-o nos ombros e começou a atravessar o rio. A cada passo a criança ficava mais pesada e São Cristóvão se esforçava ao máximo para salvar o menino. São Cristovão disse à criança que estava muito difícil e que parecia estar carregando o mundo! A criança respondeu:” Não fique surpreso! Você está carregando o mundo, você carrega o criador do mundo nos ombros! (O menino era Jesus!)

Por isso, São Cristóvão é invocado por todos antes de fazerem uma jornada. Raramente se vê um taxi ou ônibus sem a medalhinha de São Cristóvão em algum lugar do painel.

As suas relíquias estão em Roma e em Paris. Ele é invocado contra acidentes.
Em algumas cidades é costume os motoristas levarem seus veículos para serem bentos no dia 25 de julho.

Fonte: internet

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SAGRADA FAMÍLIA (31 de dezembro)

O Papa João Paulo II, na Carta às Famílias, chamou a família de “Santuário da vida” (CF, 11). Santuário quer dizer “lugar sagrado”. É ali que a vida humana surge como que de uma nascente sagrada, e é cultivada e formada. É missão sagrada da família: guardar, revelar e comunicar ao mundo o amor e a vida. O Concílio Vaticano II já a tinha chamado de “a Igreja doméstica” (LG, 11) na qual Deus reside, é reconhecido, amado, adorado e servido; nele também foi ensinado que: “A salvação da pessoa e da sociedade humana estão intimamente ligadas à condição feliz da comunidade conjugal e familiar” (GS, 47).

A Família de Nazaré sempre foi e sempre será o modelo para todas as famílias cristãs. Acima de tudo, vemos uma família que vive por Deus e para Deus; o seu projeto é fazer a vontade de Deus. A Sagrada Família é a escola das virtudes por meio da qual toda pessoa deve aprender e viver desde o lar.

Em meio de uma forte crise em torno da integridade da família, Deus Amor nos brinda novamente o modelo pleno de amor familiar ao nos apresentar Jesus, Maria e José.

A Sagrada Família nos fala de tudo aquilo que cada família deseja autêntica e profundamente, posto que da intensa comunhão há uma total entrega amorosa por parte de cada membro da família Santa elevando cada ato generoso para Deus, como o aroma do incenso, para dar gloria.

Por isso, à luz da Sagrada Escritura, vejamos alguns traços importantes de São José, Santa Maria e do Menino Jesus.

MARIA

Maria é a mulher submissa a Deus e a José, inteiramente a serviço do Reino de Deus: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a sua palavra” (Lc 1,38). A vontade dela é a vontade de Deus; o plano dela é o plano de Deus. Viveu toda a sua vida dedicada ao Menino Deus, depois ao Filho, Redentor dos homens, e, por fim, ao serviço da Igreja, a qual o Redentor instituiu para levar a salvação a todos os homens.

Do momento da Anunciação, Maria é o modelo de entrega a Deus.

“Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo sua Palavra” (Lc 1, 38) Na Anunciação, Maria responde com um Sim terminante de uma liberdade possuída, ficando nas mãos de Deus.

Em Santa Maria vemos uma contínua vivência da dinâmica da alegria-dor: criando, educando, seguindo de perto seu Filho Jesus lhe mostrando em todo momento um autêntico amor maternal.

“Sua mãe conservava estas coisas em seu coração” (Lc 2, 52) Ela foivislumbrando lentamente o mistério transcendente da vida de Jesus, mantendo-se fielmente unida a Ele.

JOSÉ

José é o chefe da família e atua sempre como Deus lhe manda, muitas vezes sem compreender o por que do que Deus lhe pede, mas tendo fé e confiança nele.

“Ao despertar, José fez o que o Anjo do Senhor lhe tinha ordenado: levou Maria a sua casa”. (MT 1, 24-25) Quando se inteira que Maria estava grávida pensa em abandoná-la porque a queria muito e não desejava denunciá-la publicamente (como era o costume da época), mas o Anjo de Deus lhe apareceu em sonhos e lhe disse que o que tinha sido engendrado no ventre da Maria era obra do Espírito Santo e que não temesse em recebê-la.

“Ela deu a luz um filho, e lhe pôs o nome de Jesus” (MT 1, 25) Quando nasce o menino, lhe põe o nome de Jesus, como o Anjo lhe havia dito.

Logo, quando Herodes tinha intenções de matar o Menino Jesus e ante outro aviso do Anjo do Senhor, José toma a sua família e marcha para o Egito.

Por último, com a morte de Herodes e ante um novo aviso do Anjo de Deus, leva a sua família a instalar-se no Nazaré.

São José, Casto Marido de Santa Maria, acolhe ao Jesus em seu coração paternal, educando-o, cuidando-o, amando-o como se for filho dele. O Menino Jesus aprende de seu “santo adotivo” muitas coisas, entre estas, o ofício de carpinteiro.

José era o pai e esposo fiel e trabalhador, homem “justo” (Mt 1, 19), homem santo, pronto a ouvir a voz de Deus e cumpri-la sem demora. Foi o defensor do Menino e da Mãe, os tesouros maiores de Deus na Terra. Com o trabalho humilde de carpinteiro deu sustento à Família de Deus, deixando-nos a lição fundamental da importância do trabalho, qualquer que seja este. Em vez de escolher um pai letrado e erudito para Jesus, Deus escolheu um pai pobre, humilde, santo e trabalhador braçal. José foi o homem puro, que soube respeitar o voto perpétuo de virgindade de sua esposa, segundo os desígnios misteriosos de Deus.

JESUS

A primeira lição que Jesus nos deixou na família é a de que os filhos devem obedecer aos pais, cumprindo bem o Quarto Mandamento da Lei. Assim se expressou o Papa João Paulo II:

“O Filho unigênito, consubstancial ao Pai, ‘Deus de Deus, Luz da Luz’, entrou na história dos homens através da família” (CF, 2).

Desde menino, Jesus demonstra que é o Filho de Deus e que cumpre fielmente o que seu Pai lhe manda.

“Vivia sujeito a eles” (Lc 2, 51) Como menino, Ele obedecia a sua mãe e a seu adotivo, e permanecia sempre junto a eles. Maria e José foram seus primeiros educadores.

“O menino ia crescendo e se fortalecia, cheio de sabedoria, e a Graça de Deus estava com Ele” (Lc 2, 40) Jesus aprende o ofício de carpinteiro de seu adotivo José.

“Não sabiam que eu devo me ocupar dos assuntos de meu Pai?” (Lc 2, 49) Quando Jesus fica no Templo, aos doze anos, pode-se pensar que desobedece a seus pais e que isso está mau. Não é assim, Jesus demonstra neste fato sua plena independência com respeito a todo vínculo humano quando está de por meio o Plano de seu Pai e a Missão que Lhe encomendou.

A Família de Nazaré é para nós, hoje, mais do que nunca, modelo de unidade, amor e fidelidade. Mais do que nunca a família hoje está sendo destruída em sua identidade e em seus valores. Surge já uma “nova família” que nada tem a ver com a família de Deus e com a Família de Nazaré.

As mazelas de nossa sociedade –, especialmente as que se referem aos nossos jovens: crimes, roubos, assaltos, seqüestros, bebedeiras, drogas, homossexualismo, lesbianismo, enfim, os graves problemas morais e sociais que enfrentamos, – têm a sua razão mais profunda na desagregação familiar a que hoje assistimos, face à gravíssima decadência moral da sociedade.

Como será possível, num contexto de imoralidade, insegurança, ausência de pai ou mãe, garantir aos filhos as bases de uma personalidade firme e equilibrada e uma vida digna, com esperança?

Fruto da permissividade moral e do relativismo religioso de nosso tempo, é enorme a porcentagem dos casais que se separam, destruindo as famílias e gerando toda sorte de sofrimento para os filhos. Muitos crescem sem o calor amoroso do pai e da mãe, carregando consigo essa carência afetiva para sempre.

A Família de Nazaré ensina ainda hoje que a família – segundo o plano de Deus – deve ser formada por um casal: um homem e uma mulher, e os filhos; e não por uma caricatura de família ou “família alternativa” na qual os pais já não são um casal, mas um par do mesmo sexo.

A família desses nossos tempos pós-modernos só poderá se reencontrar e salvar a sociedade se souber olhar para a Sagrada Família e copiar o seu modo de vida: serviçal, religioso, moral, trabalhador, simples, humilde, amoroso… Sem isso, não haverá verdadeira família e sociedade feliz.

Ao falar da família no plano de Deus, o Catecismo da Igreja Católica (CIC) diz que ela é “vestígio e imagem da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Sua atividade procriadora e educadora é o reflexo da obra criadora do Pai” (CIC, 2205).

“A família é a comunidade na qual, desde a infância, se podem assimilar os valores morais, em que se pode começar a honrar a Deus e a usar corretamente da liberdade. A vida em família é iniciação para a vida em sociedade” (CIC, 2207).

Fonte: internet

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SANTA TERESINHA (1 de outubro)

“Não quero ser santa pela metade, escolho tudo”.

Santa Teresinha do Menino Jesus nasceu em Alençon (França) em 1873 e morreu no ano de 1897. Santa Teresinha não só descobriu que no coração da Igreja sua vocação era o amor, como também sabia que o seu coração – e o de todos nós – foi feito para amar. Nascida de família modesta e temente a Deus, seus pais (Luís e Zélia) tiveram oito filhos antes da caçula Teresa: quatro morreram com pouca idade, restando em vida as quatro irmãs da santa (Maria, Paulina, Leônia e Celina). Teresinha entrou com 15 anos no Mosteiro das Carmelitas em Lisieux, com a autorização do Papa Leão XIII. Sua vida se passou na humildade, simplicidade e confiança plena em Deus.

Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus pela salvação das almas e na intenção da Igreja. Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o Pai, livre, igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus e, tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou um lindo e possível caminho de santidade: infância espiritual.

O mais profundo desejo do coração de Teresinha era ter sido missionária “desde a criação do mundo até a consumação dos séculos”. Sua vida nos deixou como proposta, selada na autobiografia “História de uma alma” e, como intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam a Jesus, continua ainda hoje, vivendo o Céu, fazendo o bem aos da terra.

Morreu de tuberculose, com apenas 24 anos, no dia 30 de outubro de 1897 dizendo suas últimas palavras: “Oh!…amo-O. Deus meu,…amo-Vos!”

Após sua morte, aconteceu a publicação de seus escritos. A chuva de rosas, de milagres e de graças de todo o gênero. A beatificação em 1923, a canonização em 1925 e declarada “Patrona Universal das Missões Católicas” em 1927, atos do Papa Pio XI. E a 19 de outubro de 1997, o Papa João Paulo II proclamou Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face doutora da Igreja.

Fonte: internet

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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA (13 de maio)

Primeira aparição – 13 de maio de 1917

Lúcia, Francisco e Jacinta estavam brincando num lugar chamado Cova da Iria. De repente, observaram dois clarões como de relâmpagos, e em seguida viram, sobre a copa de uma pequena árvore chamada azinheira, uma Senhora de beleza incomparável.

Era uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol, irradiando luz mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente.

Sua face, indescritivelmente bela, não era nem alegre e nem triste, mas séria, com ar de suave censura. As mãos juntas, como a rezar, apoiadas no peito, e voltadas para cima. Da sua mão direita pendia um Rosário. As vestes pareciam feitas somente de luz. A túnica e o manto eram brancos com bordas douradas, que cobria a cabeça da Virgem Maria e lhe descia até os pés.

Lúcia jamais conseguiu descrever perfeitamente os traços dessa fisionomia tão brilhante. Com voz maternal e suave, Nossa Senhora tranquiliza as três crianças, dizendo:

Nossa Senhora: “Não tenhais medo. Eu não vos farei mal.”

E Lúcia pergunta:

Lúcia: “Donde é Vossemecê?”

Nossa Senhora: “Sou do Céu!”

Lúcia: “E que é que vossemecê me quer?

Nossa Senhora: “Vim para pedir que venhais aqui seis meses seguidos, sempre no dia 13, a esta mesma hora. Depois vos direi quem sou e o que quero. Em seguida, voltarei aqui ainda uma sétima vez.”

Lúcia: “E eu também vou para o Céu?”

Nossa Senhora: “Sim, vais.”

Lúcia: “E a Jacinta?”

Nossa Senhora: “Também”

Lúcia: “E o Francisco?”

Nossa Senhora: “Também. Mas tem que rezar muitos terços”.

Nossa Senhora: “Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser mandar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido, e de súplica pela conversão dos pecadores?”

Lúcia: “Sim, queremos”

Nossa Senhora: “Tereis muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto”.

Ao pronunciar estas últimas palavras, Nossa Senhora abriu as mãos, e delas saía uma intensa luz.

Os pastorinhos sentiram um impulso que os fez cair de joelhos, e rezaram em silêncio a oração que o Anjo havia lhes ensinado:

As três crianças: “Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento.”

Passados uns momentos, Nossa Senhora acrescentou:

Nossa Senhora: “Rezem o Terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo, e o fim da guerra.”

Em seguida, cercada de luz, começou a elevar-se serenamente, até desaparecer.

Segunda aparição – 13 de junho de 1917

Jacinta, Lúcia e Francisco: os três pastorinhos videntes de Fátima

Antes da segunda aparição, os pastorinhos notaram novamente um clarão, a que chamavam relâmpago, mas que não era propriamente um relâmpago. Era o reflexo de uma luz que se aproximava. Além dos pastorinhos, havia, também, cerca de 50 pessoas. Mas essas pessoas não viam Nossa Senhora.

Lúcia começou a falar com Nossa Senhora.

Lúcia: “Vossemecê que me quer? ”Nossa Senhora: “Quero que venhais aqui no dia treze do mês que vem. Que Rezeis o Terço todos os dias, e que aprendais a ler. Depois direi o que quero”

Lúcia pediu a cura de uma pessoa doente, e Nossa Senhora lhe disse:

Nossa Senhora: “Se se converter, curar-se-á durante o ano.”

Lúcia: “Queria pedir-lhe para nos levar para o Céu”.

Nossa Senhora: “Sim. A Jacinta e o Francisco, levo-os em breve. Mas tu, ficas cá mais algum tempo. Jesus quer servir-se de ti para me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração. A quem a abraçar, prometo a salvação. E serão queridas de DEUS estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu trono”.

Lúcia: “Fico cá sozinha?”

Nossa Senhora: “Não filha. E tu sofres muito? Não desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Coração será o teu refúgio, e o caminho que te conduzirá até Deus”.

Foi no momento em que disse estas últimas palavras, que Nossa Senhora abriu as mãos e iluminou os pastorinhos, pela segunda vez, com o reflexo dessa luz imensa. Nela eles sentiram-se como que envolvidos por Deus.

À frente da palma da mão direita de Nossa Senhora, estava um Coração cercado de espinhos, que pareciam estar cravados nele. Os três pastorinhos compreenderam que era o Imaculado Coração de Maria, ofendido pelos pecados da humanidade, que queriam ser reparados.

Nossa Senhora, envolta ainda na luz que dEla irradiava, elevou-se sem esforço, suavemente, até desaparecer.

Terceira aparição – 13 de julho de 1917

 

Uma nuvenzinha pairou sobre a azinheira. O sol se ofuscou. Uma brisa fresca soprou sobre a terra, apesar de ser o auge do verão. Os pastorinhos viram o reflexo da luz – como nas aparições anteriores – e, em seguida, viram Nossa Senhora sobre a arvorezinha chamada azinheira.

Então, Lúcia pergunta a Nossa Senhora:

Lúcia: Vossemecê que me quer?

Nossa Senhora: Quero que venham aqui no dia 13 do mês que vêm, que continuem a rezar o Terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer”.

Lúcia: Queria pedir-lhe para nos dizer quem é, e para fazer um milagre, com que todos acreditem que vossemecê nos aparece.

Nossa Senhora: Continuem a vir aqui todos os meses. Em Outubro direi quem sou, o que quero, e farei um milagre, que todos hão de ver para acreditarem.

Lúcia fez alguns pedidos de conversões, de curas e de outras graças.

Nossa Senhora responde recomendando sempre a reza do Terço, que assim alcançariam as graças durante o ano.

Depois acrescentou:

Nossa Senhora: “Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, e em especial sempre que fizerdes algum sacrifício:

Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria”.

Ao dizer estas últimas palavras, abriu de novo as mãos, como nos meses anteriores.

“O reflexo de luz (que delas saía) pareceu penetrar na terra. E vimos como que um grande mar de fogo. E, mergulhados nesse fogo, estavam os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados – semelhante
ao cair das fagulhas nos grandes incêndios – sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero, que horrorizavam e faziam estremecer de pavor. Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa.

A visão durou apenas um momento, durante o qual Lúcia soltou um

Lúcia: “Ai!”

Assustados, e como a pedir socorro, as três crianças levantaram os olhos para Nossa Senhora, que lhes disse, com bondade e tristeza:

Nossa Senhora: “Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para salvá-las, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração.

Se fizerem o que eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz.

A guerra vai acabar. Mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior. Quando virdes uma noite iluminada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá, de que vai punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome, e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para impedir isso, virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração, e a Comunhão Reparadora nos Primeiros Sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz. Se não, espalhará os seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados. O Santo Padre terá muito que sofrer. Várias nações serão aniquiladas.Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz.

Em Portugal, conservar-se-á sempre o dogma da Fé. Isto não digais a ninguém. Ao Francisco sim, podeis dizê-lo.

E, passados uns instantes, Nossa Senhora disse aos pastorinhos:

Nossa Senhora: Quando rezardes o terço, dizei depois de cada mistério:

Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu, principalmente aquelas que mais precisarem”.

Lúcia: “Vossemecê não me quer mais nada? “

Nossa Senhora: Não, hoje não te quero mais nada”.

E, como de costume, Nossa Senhora começou a elevar-se até desaparecer no céu. Ouviu-se, então, uma espécie de novo trovão, indicando que a aparição tinha terminado.

Quarta Aparição – 15 de agosto de 1917

Quarta aparição: Lúcia, sentindo que alguma coisa de sobrenatural mandou chamar Jacinta às pressas

Lúcia estava com Francisco e mais um primo, no local chamado Valinhos – uma propriedade de um de seus tios – quando, pelas 4 horas da tarde, começaram a se produzir as alterações atmosféricas que precediam as aparições de Nossa Senhora na Cova da Iria. Ou seja, um súbito refrescar da temperatura e uma diminuição da luz do sol.

Lúcia, sentindo que alguma coisa de sobrenatural se aproximava e os envolvia, mandou chamar às pressas Jacinta, a qual chegou em tempo para ver Nossa Senhora que
– anunciada, como das outras vezes, por um reflexo de luz – apareceu sobre a árvore chamada azinheira, um pouco maior que a da Cova da Iria, onde tinham-se dado as aparições anteriores.

Lúcia pergunta a Nossa Senhora:

Lúcia: “Que é que Vossemecê me quer?”

Nossa Senhora: “Quero que continueis a ir à Cova da Iria no dia 13, e que continueis a rezar o terço todos os dias. No último mês farei o milagre para
que todos acreditem”.

Lúcia: “Que é que Vossemecê quer que se faça do dinheiro que o povo deixa na Cova da Iria?”

Nossa Senhora: “Façam dois andores. Um, leva-o tu com a Jacinta, e mais duas meninas vestidas de branco. O outro, que o leve o Francisco com mais três meninos. O dinheiro dos andores é para a festa de Nossa Senhora do Rosário, e o que sobrar, é para a ajuda de uma capela que hão de mandar fazer”.

Lúcia: “Queria pedir-Lhe a cura de alguns doentes”.

Nossa Senhora: “Sim, alguns curarei durante o ano”

E, tomando um aspecto mais triste, recomendou-lhes que rezassem muito pelos pecadores:

Nossa Senhora: “Rezai, rezai muito, e fazei sacrifícios pelos pecadores; que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas”.

E, como de costume começou a elevar-se até desaparecer. Os pastorinhos cortaram ramos da árvore sobre a qual Nossa Senhora lhes tinha aparecido e levaram para casa os ramos exalavam um perfume suave.

Quinta Aparição – 13 de setembro de 1917

Nossa Senhora de Fátima confiou três segredos à Lúcia.

Como das outras vezes uma série de fenômenos atmosféricos foram observados pelas pessoas que tinham ido à Cova da Iria. Calculou-se que estavam presentes entre 15 e 20 mil pessoas.

O súbito refrescar da atmosfera, o empalidecer do sol até o ponto de se verem as estrelas, uma espécie de chuva como que de pétalas ou flocos de neve, que desapareciam antes de pousarem na terra.

E desta vez, foi notado um globo luminoso, que se movia, lenta e majestosamente pelo céu de um para outro. E que, no final da aparição, moveu-se em sentido contrário.

Os três pastorinhos notaram, como de costume, o reflexo de uma luz e, a seguir, viram Nossa Senhora sobre a azinheira.

Nossa Senhora: “Continuem a rezar o Terço para alcançarem o fim da guerra. Em Outubro virá também Nosso Senhor, Nossa Senhora das Dores e do Carmo, São José com o Menino Jesus, para abençoarem o mundo. Deus está contente com
os vossos sacrifícios, mas não quer que durmais com a corda, trazei-a só durante o dia”.

Lúcia: “Têm-me pedido para Lhe pedir muitas coisas: cura de alguns doentes, de um surdo-mudo”

Nossa Senhora: “Sim, alguns curarei, outros não. Em Outubro farei um milagre para que todos acreditem.

E, começando a elevar-se, desapareceu como de costume.

Sexta aparição – 13 de outubro de 1917

A multidão assistiu ao Milagre do Sol.

Uma grande multidão rezava o Terço na Cova da Iria. Os três pastorinhos notaram
o reflexo de uma luz e, em seguida, viram Nossa Senhora sobre a azinheira.

Lúcia: “Que É que Vossemecê me quer?

Nossa Senhora: “Quero dizer-te que em Minha honra, que sou a Senhora do Rosário, que continuem sempre a rezar o Terço todos os dias. A guerra vai acabar e os militares voltarão em breve para suas casas”

Lúcia: “Eu tinha muitas coisas para Lhe pedir. Se curava uns doentes e se convertia uns pecadores…

Nossa Senhora: “Uns sim, outros não. É preciso que se emendem, que peçam perdão dos seus pecados”.

E, tomando um aspecto mais triste, disse:

Nossa Senhora: “Não ofendam mais a DEUS Nosso Senhor, que já está muito ofendido”.

Em seguida, Nossa Senhora abrindo as mãos fez que elas se refletissem no sol, e começou a se elevar para o Céu.

Nesse momento, Lúcia apontou para o céu e gritou:

Lúcia: “Olhem para o sol!”

A multidão assistiu, então, ao grande milagre do sol. Enquanto isso, os pastorinhos viram São José com o Menino Jesus, e Nossa Senhora do Rosário.
Era a Sagrada Família. A Virgem estava vestida de branco, com um manto azul. São José também estava vestido de branco, e o Menino Jesus de vermelho claro. São José abençoou a multidão, traçando três vezes o Sinal da Cruz. O Menino Jesus fez o mesmo.

Lúcia então, teve a visão de Nossa Senhora das Dores, e de Nosso Senhor, acabrunhado de dor, no caminho do Calvário. Nosso Senhor traçou um Sinal da Cruz para abençoar o povo. Finalmente apareceu, numa visão gloriosa, Nossa Senhora do Carmo, coroada Rainha do Céu e da Terra, com o Menino Jesus ao colo.

Enquanto os pastorinhos tinham essa visão, a grande multidão de quase 70 mil pessoas, assistiu ao milagre do sol.

Tinha chovido durante toda a aparição. Mas, no momento em que a Santíssima Virgem desaparecia, e que Lúcia gritou “olhem para o sol!”, as nuvens se entreabriram, deixando ver o sol como um imenso disco de prata.

Brilhava com intensidade jamais vista, mas não cegava. A imensa bola começou a “bailar”. Como uma gigantesca roda de fogo, girava rapidamente.

Parou por um certo tempo, mas, em seguida, começou a girar sobre si mesmo, vertiginosamente.

Depois, seus bordos tornaram-se vermelhos, e deslizou no céu, como um redemoinho, espargindo chamas de fogo.

Essa luz refletia-se no solo, nas árvores, nos arbustos, nas próprias faces das pessoas e nas roupas, tomando tonalidades brilhantes e diferentes cores.

Em seguida, por três vezes ficou animado de um movimento rápido. O globo de fogo pareceu tremer, sacudir-se e precipitar-se em ziguezague sobre a multidão aterrorizada.

Durou tudo uns dez minutos. Finalmente o sol voltou em ziguezague para o ponto de onde se tinha precipitado, e ficou novamente tranqüilo e brilhante, com o mesmo brilho de todos os dias.

Muitas pessoas notaram que suas roupas, ensopadas pela chuva, tinham secado subitamente.

O milagre do sol foi visto, também, por numerosas testemunhas que estavam fora do local das aparições, até a 40 quilômetros de distância.

O jornal “o século” de grande circulação em Portugal, documentou esse espetacular milagre do sol, e publicou uma grande reportagem sobre esse impressionante acontecimento.

Fonte: http://www.devotosdefatima.org.br

Os segredos

1ª e 2ª parte do Segredo de Fátima – Transcrição na íntegra das palavras de Lúcia de Jesus que contêm a revelação da primeira e segunda partes do segredo de Fátima:“(…) o segredo consta de três coisas distintas, duas das quais vou revelar. A primeira foi pois a vista do inferno! Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fogo que parecia estar debaixo da terra. Mergulhados nesse fogo os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras , ou bronzeadas com forma humana, que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que delas mesmas saiam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas em os grandes incêndios sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor.Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e acerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros.Esta vista foi um momento, e graças à nossa boa Mãe do Céu; que antes nos tinha prevenido com a promessa de nos levar para o Céu (na primeira aparição) se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor.
Em seguida, levantamos os olhos para Nossa Senhora que nos disse com bondade e tristeza: Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores, para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção a meu Imaculado Coração.Se fizerem o que eu disser salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar, mas se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior. Quando virdes uma noite, alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo dos seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para a impedir virei pedir a consagração da Rússia a meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz, se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja, os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas, por fim o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz”.

3ª parte do Segredo de Fátima – O conteúdo da terceira parte do Segredo de Fátima, revelado em 13 de Julho de 1917, em Fátima, em que a Ir. Lúcia dos Santos, a única das três videntes ainda viva, redigiu em 03 de Janeiro de 1944, é o seguinte:

“Escrevo, diz Ir. Lúcia, em ato de obediência a Vós meu Deus, que me mandais por meio de Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Bispo de Leuria, e da Vossa e minha Santíssima Mãe. Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora, um pouco mais alto, um anjo com uma espada de fogo na mão esquerda.
Ao cintilar despedia chamas que pareciam incendiar o mundo. Mas, apagavam-se com o contato do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro. O anjo, apontando com a mão direita para a terra, com voz forte dizia: – Penitência, penitência, penitência.

E vimos numa luz imensa, que é Deus, algo semelhante a como se vêem as pessoas no espelho, quando lhe diante passa um bispo vestido de branco. Tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre. Vimos vários outros bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande cruz, de tronco tosco, como se fora de sobreiro como a casca. O Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade, meia em ruínas e meio trêmulo, com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena. Ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho.

Chegando ao cimo do monte, prostrado, de joelhos, aos pés da cruz, foi morto por um grupo de soldados que lhe disparavam vários tiros e setas e assim mesmo foram morrendo uns após os outros, os bispos, os sacerdotes, religiosos, religiosas e várias pessoas seculares. Cavalheiros e senhoras de várias classes e posições. Sob os dois braços da cruz, estavam dois anjos. Cada um com um regador de cristal nas mãos recolhendo neles o sangue dos mártires e com eles irrigando as almas que se aproximavam de Deus.

Comentário – Nossa Senhora em Fátima fez um diagnostico, mostrou os riscos e prescreveu os remédios. Ela ofereceu a humanidade meios para livrar-se de males ameaçadores representados nas visões dadas às três crianças. Na medida em que usamos o remédio o mal é vencido. Almas são salvas de cair no inferno e guerras destruidoras que atingem a Igreja são afastadas (adiadas). O mundo viveu por vários anos a chamada guerra fria em que o conflito com a Rússia e todo o bloco soviético podia explodir a qualquer momento numa guerra nuclear. O remédio oferecido em Fátima, uma especial consagração ao Imaculado Coração, ficou por longo tempo sem o uso devido. Foi somente depois de ser salvo por milagre de um atentado em 13 de maio de 1981, aniversário das aparições, que João Paulo II se ocupou com as revelações de Fátima. Quando em 1984 nosso querido Papa, fez a consagração solene nos moldes prescritos por Nossa Senhora o remédio celestial começou a agir. Bastou cinco anos para o mundo assistir pasmo o desmantelamento do bloco soviético. Parte do tratamento prescrito cabia ao Papa e aos Bispos mas outra parte cabe a cada um de nós. Como temos feito a comunhão reparadora? Qual a visão pior: a da primeira parte ou a da última parte do segredo? A queda do muro de Berlim é um testemunho de como os remédios oferecidos pela Mãe são eficazes. Diante de tudo só posso pedir misericórdia pois tenho sido relaxado no uso destes remédios para o bem de tantos. Penitencia! Penitencia! Penitencia! Dizia o anjo em 1917, que diria ele agora?

Fontes: http://www.cancaonova.comhttp://www.acidigital.comhttp://www.cademeusanto.com.br

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SÃO FRANCISCO DE SALES

(Padroeiro da PASCOM)

Francisco de Boaventura, missionário jesuíta ítalo-francês, nasceu em 1567, em Thorens, Sabóia, antiga região do norte da Itália passada à França. Primogênito de nobre família foi educado em Paris, onde teve formação literária e religiosa aprimorada.

Gostava o santo de dizer: “Se erro, prefiro que seja por excesso de bondade que por demasiado rigor”. A extraordinária mansidão que possuía foi fruto de muitos esforços e trabalhos.

Faleceu em 1622, em Lyon, França, depois de meses de agonia e sofrimento.

Dom Bosco admirava tanto São Francisco de Sales que deu o nome de Congregação Salesiana à Obra que fundou para a educação dos jovens.

A beatificação de São Francisco de Sales, em 1661, foi a primeira a ser formalizada na basílica de São Pedro em Roma.

Foi canonizado em 1665, pelo Papa Alexandre VII, e em 1877 foi declarado Doutor da Igreja pelo Papa Pio IX.

Em 1923, Pio XI o declara padroeiro da boa imprensa e dos jornalistas católicos; já que, ele nunca abandonou a arte da escrita.

O seu dia é celebrado em 24 de janeiro.

FONTE: INTERNET

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